IMPEACHMENT: Um estudo da regularidade constitucional do caso Dilma Rousseff

Autores

  • Aleff Alves de Oliveira FAROL - Faculdade de Rolim de Moura
  • Cleyton Wolff UNIR - Fundação Universidade Federal de Rondônia. FAROL - Faculdade de Rolim de Moura.
  • Vanderlei Casprechen FAROL - Faculdade de Rolim de Moura.

Palavras-chave:

Impedimento. Rito processual. Controle de constitucionalidade.

Resumo

RESUMO: No Brasil, o processo de impeachment ocorreu em duas ocasiões. O primeiro ocorreu no mandato do Presidente Fernando Collor de Mello em 1992 e o segundo no de Dilma Rousseff em 2016. Os processos seguiram ritos diferentes, gerando aos envolvidos consequências diversas. Neste artigo avaliou-se a aplicabilidade constitucional do processo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Para tanto, foi realizada análise documental do processo da Presidente Dilma Rousseff, disponível nos sítios da Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Justifica-se esta empreitada diante das dúvidas suscitadas na fase do julgamento do processo e na definição das sanções a serem impostas, haja vista que as penas deveriam ter sido julgadas juntas e não separadas. Ao analisar os documentos constatou-se que a referida fase do processo ocorreu de forma inconstitucional, prevalecendo a vontade da ampla maioria dos legisladores, os quais foram favoráveis ao reconhecimento da prática ilícita administrativa dos crimes de responsabilidade.

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Biografias dos Autores

Aleff Alves de Oliveira, FAROL - Faculdade de Rolim de Moura

Direito

Cleyton Wolff, UNIR - Fundação Universidade Federal de Rondônia. FAROL - Faculdade de Rolim de Moura.

Graduado em Direito e Especialista em Docência no Ensino Superior.

Vanderlei Casprechen, FAROL - Faculdade de Rolim de Moura.

Direito.

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Publicado

2021-04-30